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Bandas Transportadoras

Tambor de cabeça

Tambor (polia) motriz localizado no extremo de descarga do transportador, responsável por transmitir a força de tração à correia transportadora por meio de atrito. O diâmetro é selecionado conforme a potência, a tensão máxima da correia e o tipo de reforço (têxtil ou cabo de aço). Diâmetros típicos: 300mm (transportadores leves) a 1600mm+ (mineração pesada). Revestido com borracha (lagging) para aumentar o coeficiente de tração: liso (condição seca), diamante ou chevron (condição úmida ou contaminada), cerâmico (alta potência com água). O ângulo de contato entre correia e tambor é 180-240° (com snub pulley). Norma de cálculo: DIN 22101, CEMA. Eixo: aço 4140 com tratamento térmico. Mancais: rolamentos autocompensadores de rolos.

O que você precisa saber

  • Tambor (polia) motriz localizado no extremo de descarga do transportador, responsável por transmitir a força de tração à correia transportadora por meio de atrito.
  • O diâmetro é selecionado conforme a potência, a tensão máxima da correia e o tipo de reforço (têxtil ou cabo de aço).
  • Diâmetros típicos: 300mm (transportadores leves) a 1600mm+ (mineração pesada).
  • Revestido com borracha (lagging) para aumentar o coeficiente de tração: liso (condição seca), diamante ou chevron (condição úmida ou contaminada), cerâmico (alta potência com água).
  • O ângulo de contato entre correia e tambor é 180-240° (com snub pulley).

Definição completa

O tambor de cabeça é um componente crucial em sistemas de transporte por correias, localizado no extremo de descarga do transportador. Sua principal função é transmitir a força de tração à correia, utilizando o atrito gerado entre a correia e a superfície do tambor. A seleção do diâmetro do tambor é fundamental e deve levar em consideração a potência que será transmitida, a tensão máxima da correia e o tipo de reforço utilizado, que pode ser têxtil ou de cabo de aço. Em aplicações leves, os diâmetros típicos variam de 300 mm, enquanto em ambientes de mineração pesada, os diâmetros podem ultrapassar 1600 mm.

O revestimento do tambor, conhecido como lagging, desempenha um papel vital na eficácia do transporte. O lagging pode ser liso, ideal para condições secas, ou ter perfis como diamante ou chevron, que são mais adequados para superfícies úmidas ou contaminadas. Em situações de alta potência que envolvem água, é comum o uso de lagging cerâmico para melhorar o desempenho. O ângulo de contato entre a correia transportadora e o tambor é geralmente entre 180° e 240°, dependendo da configuração do sistema e da presença de polias de apoio (snub pulley). Os padrões de cálculo aplicáveis a esses componentes incluem normas como DIN 22101 e CEMA, que orientam sobre as melhores práticas de projeto e dimensionamento.

O eixo do tambor é frequentemente fabricado em aço 4140, que é tratado termicamente para aumentar sua resistência e durabilidade. A montagem é realizada utilizando mancais com rolamentos autocompensadores de rolos, que garantem um funcionamento suave e minimizam a necessidade de manutenção frequente. A escolha adequada do tambor de cabeça é essencial para garantir a eficiência e a longevidade do sistema de transporte por correias em diversas aplicações industriais.

O que você precisa saber

  • O tambor de cabeça é fundamental para transmitir a força de tração à correia transportadora.
  • Diâmetros típicos variam de 300 mm em transportadores leves a 1600 mm+ em mineração pesada.
  • O revestimento (lagging) pode ser liso, diamante, chevron ou cerâmico, dependendo das condições de operação.
  • O ângulo de contato entre a correia e o tambor é geralmente entre 180° e 240°.
  • Normas de cálculo relevantes incluem DIN 22101 e CEMA.

Aplicações industriais

  • 1Indústria de mineração, onde tambores de grande diâmetro são utilizados para transportar materiais pesados.
  • 2Setor de construção civil, empregando transportadores para mover agregados em canteiros de obras.
  • 3Indústria de alimentos, utilizando correias para transportar produtos em ambientes controlados.
  • 4Fábricas de papel e celulose, onde o transporte de papel em bobinas requer tambores com revestimentos específicos.

Erros comuns

  • Subestimar a tensão máxima da correia, resultando em falhas prematuras do sistema.
  • Escolher o tipo de lagging inadequado para as condições de operação, comprometendo a tração.
  • Não considerar o ângulo de contato correto, o que pode levar a deslizamentos indesejados.
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Dica de especialista

Sempre revise as especificações do fabricante para garantir a compatibilidade entre o tambor e a correia utilizada.

Normas técnicas

  • DIN 22101 — Norma que trata do projeto e cálculo de sistemas de transportadores de correia.
  • CEMA — Norma que fornece diretrizes para o design e operação de transportadores.

Fornecedores de correias transportadoras no México

Normas aplicáveis

DIN 22101