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Bandas Transportadoras

Correia resistente ao calor

Correia transportadora com coberturas de borracha especialmente formuladas para resistir a materiais quentes sem degradação acelerada. Classificação por temperatura máxima contínua conforme ISO 4195: T1 (100°C), T2 (125°C), T3 (150°C), T4 (200°C, materiais especiais como silicone ou FKM). O composto das coberturas utiliza EPDM ou SBR com cargas e antioxidantes de alta temperatura. Requisitos: manter propriedades mecânicas, não endurecer nem trincar com exposição prolongada ao calor. Ensaio: envelhecimento acelerado a 100-200°C com medição de variação de dureza, tração e alongamento. Aplicações: transporte de clínquer de cimento (200-300°C), sínter de minério, coque, fundições, usinas siderúrgicas. O reforço têxtil também é selecionado para resistir ao calor (poliéster com tratamento).

O que você precisa saber

  • Correia transportadora com coberturas de borracha especialmente formuladas para resistir a materiais quentes sem degradação acelerada.
  • Classificação por temperatura máxima contínua conforme ISO 4195: T1 (100°C), T2 (125°C), T3 (150°C), T4 (200°C, materiais especiais como silicone ou FKM).
  • O composto das coberturas utiliza EPDM ou SBR com cargas e antioxidantes de alta temperatura.
  • Requisitos: manter propriedades mecânicas, não endurecer nem trincar com exposição prolongada ao calor.
  • Ensaio: envelhecimento acelerado a 100-200°C com medição de variação de dureza, tração e alongamento.

Definição completa

Correias resistentes ao calor são projetadas para operar em ambientes onde há exposição a temperaturas elevadas, sem que suas propriedades mecânicas sejam comprometidas. Essas correias são classificadas conforme a norma ISO 4195, que define a temperatura máxima contínua que cada tipo de correia pode suportar: T1 (100°C), T2 (125°C), T3 (150°C) e T4 (200°C). Para alcançar essas classificações, os compostos utilizados nas coberturas são cuidadosamente formulados, geralmente com EPDM ou SBR, que são tratados com cargas e antioxidantes específicos para alta temperatura. Este tratamento é crucial, pois evita a degradação acelerada do material, permitindo que a correia mantenha suas propriedades mecânicas mesmo após longos períodos de exposição ao calor.

A resistência ao calor é testada por meio de ensaios de envelhecimento acelerado, onde as correias são submetidas a temperaturas que variam entre 100°C a 200°C. Durante esses testes, são monitoradas variações em dureza, tração e alongamento, assegurando que o material não endureça ou trinca. Isso é fundamental em aplicações onde o transporte de materiais quentes é essencial, como na movimentação de clínquer de cimento, sínter de minério, coque, e em processos de fundição em usinas siderúrgicas. O reforço têxtil, frequentemente poliéster tratado, também é escolhido para garantir que a correia suporte a resistência térmica necessária, evitando falhas que poderiam comprometer a segurança e a eficiência do sistema de transporte.

Portanto, as correias resistentes ao calor são elementos cruciais em processos industriais que lidam com materiais em altas temperaturas, garantindo a continuidade das operações e a segurança no ambiente de trabalho.

O que você precisa saber

  • Classificação conforme ISO 4195: T1 (100°C) a T4 (200°C).
  • Compostos de borracha como EPDM ou SBR são utilizados para resistir ao calor.
  • Propriedades mecânicas devem ser mantidas mesmo com exposição prolongada ao calor.
  • Testes de envelhecimento acelerado verificam dureza, tração e alongamento.
  • Aplicações incluem transporte de clínquer de cimento e sínter de minério.

Aplicações industriais

  • 1Transporte de clínquer de cimento a temperaturas de 200-300°C em plantas de cimento.
  • 2Movimentação de sínter de minério em usinas metalúrgicas, suportando altas temperaturas.
  • 3Transporte de coque em indústrias siderúrgicas, onde altas temperaturas são comuns.
  • 4Uso em fundições, transportando materiais quentes sem degradação.
  • 5Aplicações em usinas de asfalto, onde o calor é uma constante no processo.

Erros comuns

  • Escolher a correia sem considerar a temperatura máxima do material transportado.
  • Subestimar a importância de testes de envelhecimento acelerado para garantir a durabilidade.
  • Usar reforços inadequados que não suportam as condições térmicas do ambiente.
  • Negligenciar a manutenção regular, que pode levar à falha prematura da correia.
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Dica de especialista

Sempre verifique a compatibilidade da correia com os materiais quentes a serem transportados para evitar falhas inesperadas.

Normas técnicas

  • ISO 4195 — Classificação de correias transportadoras quanto à resistência ao calor.

Fornecedores de correias transportadoras no México

Normas aplicáveis

ISO 4195: