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Bandas Transportadoras

Correia resistente a óleo

Correia transportadora com coberturas de borracha formuladas para resistir ao contato com óleos, gorduras e hidrocarbonetos sem inchamento, amolecimento ou delaminação. Compostos: nitrílica (NBR, melhor resistência a óleos minerais), neoprene (CR, boa resistência a óleos e intempéries). Classificação conforme ISO 14890: MOR (resistente a óleo mineral, inchamento <20% após 72h em óleo IRM 903 a 100°C), MORV (resistente a óleo vegetal/animal). Aplicações: usinas de sementes oleaginosas, processamento de alimentos gordurosos, reciclagem de resíduos oleosos, terminais de carvão (oleoso), plantas de fertilizantes. A cobertura resistente a óleo é aplicada na face de transporte; a cobertura inferior pode ser padrão. Custo: 20-40% superior a uma correia padrão com cobertura de abrasão.

O que você precisa saber

  • Correia transportadora com coberturas de borracha formuladas para resistir ao contato com óleos, gorduras e hidrocarbonetos sem inchamento, amolecimento ou delaminação.
  • Compostos: nitrílica (NBR, melhor resistência a óleos minerais), neoprene (CR, boa resistência a óleos e intempéries).
  • Classificação conforme ISO 14890: MOR (resistente a óleo mineral, inchamento <20% após 72h em óleo IRM 903 a 100°C), MORV (resistente a óleo vegetal/animal).
  • Aplicações: usinas de sementes oleaginosas, processamento de alimentos gordurosos, reciclagem de resíduos oleosos, terminais de carvão (oleoso), plantas de fertilizantes.
  • A cobertura resistente a óleo é aplicada na face de transporte; a cobertura inferior pode ser padrão.

Definição completa

As correias resistentes a óleo são projetadas especificamente para suportar ambientes industriais onde há contato frequente com óleos, gorduras e hidrocarbonetos. A formulação da borracha utilizada nessas correias é crucial, pois ela deve manter suas propriedades mecânicas e físicas mesmo em condições adversas. Os compostos mais comuns são a borracha nitrílica (NBR), que oferece uma excelente resistência a óleos minerais, e o neoprene (CR), que é eficaz contra óleos e intempéries. Essas correias são frequentemente utilizadas em setores onde o manuseio de materiais oleosos é necessário, como usinas de processamento de alimentos e reciclagem de resíduos oleosos.

A classificação das correias resistentes a óleo é regulamentada pela norma ISO 14890, que estabelece critérios de desempenho. As correias classificadas como MOR possuem uma resistência ao óleo mineral, com um inchaço máximo de 20% após 72 horas de exposição ao óleo IRM 903 a 100°C. Já as correias MORV são projetadas para resistir a óleos vegetais e animais. Essas especificações garantem que as correias mantenham sua integridade estrutural e funcionalidade ao longo do tempo, mesmo sob condições de operação rigorosas.

Um fator importante a ser considerado é o custo, que pode ser de 20-40% maior em comparação com correias padrão que possuem cobertura de abrasão. Essa diferença de preço é justificada pela durabilidade e eficiência operacional que as correias resistentes a óleo oferecem, evitando paradas inesperadas e custos adicionais com manutenção e substituição. Portanto, em aplicações específicas, o investimento em correias resistentes a óleo se torna uma escolha estratégica para garantir a continuidade operacional e a segurança do processo produtivo.

O que você precisa saber

  • As correias resistentes a óleo utilizam borracha nitrílica (NBR) e neoprene (CR) para garantir resistência a óleos e gorduras.
  • Classificadas conforme a norma ISO 14890, as correias MOR e MORV têm propriedades específicas para diferentes tipos de óleo.
  • O inchaço máximo permitido para correias MOR é de 20% após 72h em contato com óleo IRM 903 a 100°C.
  • Aplicações comuns incluem usinas de processamento de alimentos, reciclagem de resíduos oleosos e terminais de carvão.

Aplicações industriais

  • 1Usinas de sementes oleaginosas, onde há manipulação constante de materiais que podem estar contaminados com óleos.
  • 2Processamento de alimentos gordurosos, necessitando de correias que não se degradem em contato com óleos vegetais.
  • 3Reciclagem de resíduos oleosos, onde é essencial evitar a delaminação da correia durante o transporte de materiais.
  • 4Terminais de carvão onde o transporte pode incluir materiais com contaminação oleosa.
  • 5Plantas de fertilizantes que requerem correias duráveis e resistentes a óleos durante o transporte de matérias-primas.

Erros comuns

  • Escolher correias padrão em vez de resistentes a óleo em aplicações que envolvem contato frequente com óleos.
  • Subestimar a importância da classificação ISO ao selecionar correias para garantir a resistência adequada.
  • Não considerar o impacto do preço superior das correias resistentes a óleo em relação aos custos de manutenção e paradas.
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Dica de especialista

Sempre verifique as especificações de resistência a óleo antes de selecionar uma correia para aplicações específicas, garantindo a escolha adequada para o seu processo.

Normas técnicas

  • ISO 14890 — Classificação de correias transportadoras de acordo com a resistência a óleos.

Fornecedores de correias transportadoras no México

Normas aplicáveis

ISO 14890: