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Seguridad

Cinto de segurança

Equipamento de proteção individual do tipo corpo inteiro (full body harness) que protege o trabalhador contra quedas de altura em trabalhos acima de 1,80m do solo (NR-35). Componentes do sistema de proteção contra quedas: cinto de corpo inteiro (tiras de nylon/poliéster ajustáveis com argolas dorsais e esternais), talabarte com absorvedor de energia (limita a força de impacto a ≤6 kN na queda), linha de vida (cabo de aço ou corda que permite deslocamento horizontal/vertical), ponto de ancoragem (estrutura que suporta ≥15 kN). Materiais com componentes de borracha: absorvedor de energia (amortecedor de elastômero), protetores de borda em borracha (evitam corte da corda), vedações de conectores. Norma brasileira: NR-35, ABNT NBR 15836. Norma internacional: ANSI Z359.11 (EUA), EN 361 (Europa). Inspeção obrigatória antes de cada uso e semestralmente por pessoa competente.

O que você precisa saber

  • Equipamento de proteção individual do tipo corpo inteiro (full body harness) que protege o trabalhador contra quedas de altura em trabalhos acima de 1,80m do solo (NR-35).
  • Componentes do sistema de proteção contra quedas: cinto de corpo inteiro (tiras de nylon/poliéster ajustáveis com argolas dorsais e esternais), talabarte com absorvedor de energia (limita a força de impacto a ≤6 kN na queda), linha de vida (cabo de aço ou corda que permite deslocamento horizontal/vertical), ponto de ancoragem (estrutura que suporta ≥15 kN).
  • Materiais com componentes de borracha: absorvedor de energia (amortecedor de elastômero), protetores de borda em borracha (evitam corte da corda), vedações de conectores.
  • Norma brasileira: NR-35, ABNT NBR 15836.
  • Norma internacional: ANSI Z359.11 (EUA), EN 361 (Europa).

Definição completa

O cinto de segurança, ou arnês de corpo inteiro, é um equipamento essencial de proteção individual que visa prevenir quedas em atividades realizadas em altura. De acordo com a Norma Regulamentadora NR-35, é obrigatório o uso desse tipo de equipamento quando os trabalhadores estão expostos a riscos de quedas superiores a 1,80m do solo. Os cintos são confeccionados com tiras de nylon ou poliéster, que são ajustáveis para garantir um encaixe seguro e confortável ao corpo do usuário. Cada cinto é equipado com argolas dorsais e externas, que servem como pontos de ancoragem para os talabartes e outras conexões de segurança.

Um componente crítico do sistema de proteção contra quedas é o talabarte com absorvedor de energia. Este dispositivo é projetado para limitar a força de impacto em caso de queda, estabelecendo um limite de força máxima de 6 kN. Além disso, o sistema inclui a linha de vida, que pode ser composta por cabos de aço ou cordas, permitindo o deslocamento horizontal e vertical do trabalhador enquanto garante a segurança. O ponto de ancoragem, onde o cinto é fixado, deve suportar um mínimo de 15 kN, assegurando que a estrutura seja robusta o suficiente para suportar a carga em caso de queda.

Os materiais utilizados na fabricação desses sistemas muitas vezes incluem componentes de borracha, como os absorvedores de energia e protetores de borda, que são essenciais para evitar o corte das cordas e aumentar a durabilidade do equipamento. A inspeção rigorosa e periódica dos cintos de segurança é obrigatória, devendo ser realizada antes de cada uso e semestralmente por um profissional qualificado, conforme as normas ABNT NBR 15836 e ANSI Z359.11.

O que você precisa saber

  • O uso de cintos de segurança é obrigatório em alturas superiores a 1,80m, conforme NR-35.
  • Os cintos são feitos de nylon ou poliéster, com argolas para ancoragem.
  • O talabarte deve limitar a força de impacto a ≤6 kN em caso de queda.
  • O ponto de ancoragem deve suportar cargas mínimas de 15 kN.
  • Inspeções devem ser realizadas antes de cada uso e semestralmente.

Aplicações industriais

  • 1Indústria da construção civil: trabalhadores em andaimes utilizando cintos de segurança para prevenção de quedas.
  • 2Setor de manutenção industrial: técnicos que realizam serviços em torres e silos, onde a altura é um fator de risco.
  • 3Telecomunicações: profissionais que instalam antenas em postes ou torres, exigindo o uso de cintos de segurança.
  • 4Trabalho em plataformas offshore: operários que realizam atividades em locais elevados, necessitando de proteção contra quedas.

Erros comuns

  • Não realizar inspeções regulares nos cintos e talabartes, comprometendo a segurança.
  • Subestimar a importância do ponto de ancoragem, que deve ser adequado e seguro.
  • Utilizar cintos de segurança que não atendem às normas técnicas, colocando a vida dos trabalhadores em risco.
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Dica de especialista

Sempre verifique se os componentes do cinto estão em boas condições e se as argolas estão devidamente conectadas antes de iniciar o trabalho.

Normas técnicas

  • NR-35 — Norma Regulamentadora sobre trabalho em altura.
  • ABNT NBR 15836 — Norma brasileira sobre sistemas de proteção contra quedas.
  • ANSI Z359.11 — Norma americana para equipamentos de proteção contra quedas.
  • EN 361 — Norma europeia que especifica requisitos para cintos de segurança.

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Normas aplicáveis

ANSI Z359.11